Chapa Expandida: descubra as diferenças entre os tipos de acabamento

Chapa Expandida: como esse material é feito?
Chapa Expandida: como esse material é feito?

A chapa expandida se tornou um fenômeno pela sua praticidade ao unir resistência e durabilidade. Devido a sua alta rentabilidade, esse material aparece como a melhor opção para quem procura  custo benefício, rendendo até 10 vezes mais do seu tamanho original e apresentar uma leveza que facilita todo o processo de aplicação.

 
Por aqui, já falamos sobre as vantagens no uso desse tipo de material. Agora, falaremos um pouco sobre os tipos de acabamento que a chapa expandida pode ter.

Cortes e recortes

Esse é um dos modos mais tradicionais de acabamento de chapas expandidas, podendo utilizar até mesmo laser para finalizar e moldar o material. É importante destacar que esse processo deve ser realizado apenas por profissionais qualificados com conhecimento na operação, como os nossos funcionários.

Além disso, os equipamentos são essenciais para a execução da tarefa. Isso sem contar a necessidade de seguir todas as normas. E, mais importante ainda: nunca tente realizar o corte de chapas em casa porque, além de comprometer o material, você correrá sério risco de ferimentos.

Galvanização à fogo (Norma Brasileira ABNT-NBR-6323 e americana ASTM-A-123)

Uma outra forma de acabamento é a galvanização à fogo, conhecida também como zincagem por imersão a quente. O principal objetivo deste acabamento é impedir o contato do material base, o aço, com o meio corrosivo.

Como o zinco é mais anódico que o elemento ferro na série galvânica, é ele que se corrói, originando a proteção catódica. Simplificando: o zinco é sacrificado para proteger o ferro.

A zincagem por imersão a quente tem seu processo perfeitamente definido, sendo basicamente o mesmo para qualquer produto, podendo variar na espessura de camada dependendo da geometria da peça e composição química do aço.

Galvanização Eletrolítica

Também conhecida como zincagem eletrolítica, esse tipo de acabamento se assemelha à galvanização à fogo, pelo fato de proteger o material da corrosão atmosférica.

Como o nome indica: a matéria-prima mais importante para esse processo é a eletricidade. Para esse procedimento usam-se retificadores para transformar a energia elétrica de corrente alternada, fornecida pela companhia elétrica, em corrente contínua. Após isso, às cargas positivas e negativas podem ser separadas.

No polo negativo da corrente, são ligadas as peças que devem passar pela zincagem; no positivo, o material que fornecerá os íons à mistura eletrolítica. Nesta solução, ocorre a dissociação do aço em cátions carregados com carga positiva.

Uma das maiores vantagens de aplicar a zincagem eletrolítica é o seu resultado característico: uma superfície mais lisa e brilhante.

Pintura Eletrostática (epóxi)

A pintura eletrostática é uma das formas de garantir a flexibilidade da peça sem ofender a pintura. Quando uma peça é pintada com pó químico, este recebe uma carga elétrica oposta à peça, fazendo com que o pó se fixe.
Em sequência a esse procedimento, a peça é levada para uma estufa. Ao ser aquecida, a tinta se liquefaz e posteriormente endurece, formando uma película de alto acabamento, uniformidade e resistência.

Um exemplo de pintura eletrostática à pó são as molas das motos: mesmo flexionadas, a tinta permanece intacta.

 
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