Especialistas consideram positiva aproximação entre Brasil e EUA

Especialistas em comércio internacional consideram positiva a aproximação entre o Brasil e os Estados Unidos, que são o nosso segundo maior parceiro comercial, só ficam atrás da China. Não faz nem seis meses que Donald Trump declarou: o Brasil trata injustamente as empresas americanas. Também em 2018, Trump anunciou uma sobretaxa para o aço brasileiro. Depois, limitou as importações do produto.

Será que as gentilezas desta terça-feira (19) mudam alguma coisa no comércio entre os dois países?

“É uma reabertura de portas nessa retomada depois de muitos anos onde o Brasil negligenciou, eu diria, essa relação com os Estados Unidos”, disse Silvio Campos Neto, economista da Tendências Consultoria.

Os economistas fazem uma ressalva. A reaproximação acontece num momento em que o mundo vê o fortalecimento do protecionismo, capitaneado justamente pelos Estados Unidos. Um parceiro estratégico, que é o principal destino dos nossos produtos industrializados.

O Brasil exporta, principalmente, produtos de ferro e aço, óleos brutos de petróleo, aviões e máquinas. E importa óleos combustíveis, carvão, produtos manufaturados e medicamentos. De 2009 a 2016, o Brasil comprou bem mais dos Estados Unidos do que vendeu. Em 2018, a balança comercial ficou equilibrada, com exportações e importações na casa dos US$ 28 bilhões, um ligeiro déficit para o Brasil.

A Federação das Indústrias de São Paulo vê com otimismo a reaproximação entre os dois países e uma eventual entrada do Brasil na OCDE. Mas disse que precisa avaliar as consequências da exigência dos Estados Unidos de o Brasil abrir mão do tratamento especial na Organização Mundial do Comércio.

“A OMC, na prática, está se iniciando um grande processo de reforma. E esse ponto é muito importante para os americanos, que é uma série de países que usam status de países em desenvolvimento sem de fato serem, na opinião deles, países em desenvolvimento. É o caso da China, por exemplo, da Coreia, e de outros países, a Argentina, o Brasil. Então, eu acho que tem que ser para todos”, afirmou Thomaz Zanotto, diretor de Comércio Exterior da Fiesp.

Chapas de aço no Brasil

Para usufruir das vantagens da aproximação entre Brasil e Estados Unidos, você precisa escolher a melhor fabricadora de chapas de aço carbono no Brasil. Sendo assim, faça seu orçamento com a Cosiaço, empresa referência na comercialização de chapa de aço no país. Principalmente por oferecer opções de chapas expandidas, perfuradas, recalcadas, entre outros modelos.

Com mais de uma década no mercado de aço, a Cosiaço é a sua melhor opção para investir em materiais de qualidade para os seus projetos. Confira nosso catálogo e solicite seu orçamento.

 

Fonte (com adaptações): G1